| Formação | Lic. Comunicação · UEM · 1998 |
| Carreira | 26 anos · 4 redacções MZ + 2 ONGs |
| Especialidade | investigação social · justiça · violência |
| Peças no CJC | 3 publicadas · 2 em curso |
| Acesso ao arquivo | nível 3/4 · privacidade · não-judicial |
Análise de 1 200+ testemunhos arquivados (categoria "violência doméstica · vítima visível") · Janeiro 2024 a Abril 2026. Material que KuVona arquivou · não publicou · porque privacidade comprometida.
Hipótese de Manuel: O arquivo do CJC contém evidência de padrões temporais e geográficos · podemos mostrar que violência doméstica concentra-se em zonas e horários específicos · sem identificar nenhuma vítima individualmente.
Output planeado: Mapa de calor anonimizado · análise temporal · estatísticas agregadas · entrevistas com associações de protecção. Zero identificação individual.
Material não publicado porque tornaria vítima identificável. Violência doméstica · violação · abuso de menor.
Material que jornalista está a usar em peça longa. Bloqueio temporário até peça publicada · depois decide.
Foto contém menor identificável · valor jornalístico mas não pode publicar sem autorização parental. Arquivado mais tempo · evidência futura possível.
Imagens de morte · ferimento extremo · violência grave. Não publicáveis (dignidade) · valor histórico. Arquivo restrito.
Cidadão submeteu material com pedido explícito de NÃO publicar · só arquivar. Caso clássico · denúncia anónima de corrupção · whistleblowing.
Material fica disponível para o jornalista trabalhar mas só sai com consentimento da fonte. Fonte pode pedir purga a qualquer momento.
Violência doméstica · vítima feminina visível · não publicado. Editora · Joaquina S. · 18.07.2024.
Agressão pública · companheiros · 1 ferida · texto explícito · não publicado.
Vítima na rua · grita · pessoas em volta · ela identificável · pedida não publicação pela própria.
Material guardado é alvo. Hack · pedido coercivo · acidente. Quanto menos guardamos · menos risco.
Vítima de 2024 pode ter reconstruído vida em 2026. Não queremos ser arquivo permanente do pior momento dela.
Arquivo pequeno é arquivo difícil de instrumentalizar. Estado que pede 10 anos de testemunhos cidadãos · 8 desses anos já não existem.
Jornalista pode pedir prolongamento de 6 meses se peça em curso · advogada CJC autoriza · cidadão-fonte é avisado e pode vetar. Máximo 3 prolongamentos · depois purga obrigatória.
| Quem vê | Identidade da Cândida |
|---|---|
| Público | "fonte cidadã ★ 4,8" |
| Editores adjuntos | "Cândida S." · iniciais |
| Beatriz · editora-chefe | nome completo · histórico |
| Manuel · jornalista usando arquivo | se categoria não-pedido-fonte · sim · se pedido-fonte · não |
| Advogada CJC | sim · só em casos legais |
| Sysadmin · técnico | cifrado · só metadata |
| Polícia · directamente | NUNCA |
| Polícia · com mandado judicial | caso a caso · auditoria pública |
| Estado · sem mandado | NUNCA |
TLS 1.3 · certificado próprio · sem CDN tradicional (evita Cloudflare cache de submissões).
AES-256-GCM · chave gerida em HSM físico · backups cifrados em 3 zonas · uma offline.
Tabela separada · cifrada com chave diferente · acesso requer 2FA + auditoria. Sysadmin não consegue ler nomes mesmo com acesso a base de dados.
CJC-MZ tem advogada de jornalismo · Sociedade Mocambicana de Advogados em pé. Plano de contingência: se ordem judicial chegar · 1) verificação legal · 2) recurso a tribunal superior · 3) anúncio público no relatório mensal · 4) purga de material em risco se necessário · 5) cidadão-fonte avisado para tomar precauções.
Análise de 1 247 testemunhos cidadãos arquivados pelo CJC-MZ revela três bairros · uma janela horária · uma tendência de aumento. Por Manuel Tembe.
Entre Janeiro de 2024 e Abril de 2026, 1 247 testemunhos cidadãos com indícios de violência doméstica chegaram à plataforma de jornalismo cidadão CJC-MZ. Nenhum foi publicado individualmente · todos foram arquivados na categoria "privacidade-vítima" · porque a sua publicação tornaria a vítima identificável.
O acesso ao arquivo, sob condições estritas (jornalista nível 3, cada abertura registada, auditoria mensal), permite agora pela primeira vez compreender padrões que a publicação individual ocultaria. Três conclusões emergem...
| Categoria | Itens | Motivo |
|---|---|---|
| Privacidade vítima | 298 | 2 anos · prazo |
| Identificação menor | 48 | 5 anos não · estes só 2 anos por categoria errada · revistos |
| Conteúdo gráfico | 34 | 3 anos não · 2024 · ainda não pronto · adiado |
| Investigação encerrada | 32 | peça publicada + 1 ano |
| Total apagado | 412 | conteúdo apagado · hash mantido |
Cidadãos-fontes notificados em massa. "O teu testemunho de Janeiro 2024 (#X) foi purgado conforme política de retenção. Hash mantido para auditoria. Obrigado pela contribuição."
Advogada CJC + auditor académico verificam que purga aconteceu · que hashes são consistentes · que metadata residual não é re-identificável.
Relatório vai para kuvona.mz/transparencia/maio2026 · linha · "412 itens purgados conforme política · auditor · ✓ · advogada · ✓".
Quando Manuel deixar o CJC-MZ · acesso ao arquivo é revogado em 24h. Notas de pesquisa que tirou · ficam dele · mas material original já não é acessível. Acesso é função · não direito adquirido.